Francisco da Conceição Nascimento
Introdução
Com
o fim da segunda guerra mundial o mundo sofreu grandes transformações na
economia, alterando o relacionamento comercial entre as nações, de um lado as
grandes potencias econômicas como EUA, Inglaterra e Rússia do outro países do
terceiro mundo como Brasil, África do Sul e Gana, o primeiro grupo dominante
dos dois modelos econômicos existentes o Capitalismo representado por EUA e
Inglaterra e o Socialismo representado pela Rússia conhecida como “União
Soviética”, nos anos seguintes o mundo sofreu com ameaças de guerra entre os
dois modelos econômicos.
No
período conhecido como Guerra Fria ou “pois guerra”, o capitalismo se sobrepôs
ao socialismo, no entanto as relações comerciais entre os países capitalistas
sempre foram alvo de muitas criticas onde os mais fortes exploram e dominam os
mais fracos, isso faz necessário um órgão internacional que regule o comercio
internacional, em virtude do avanço tecnológico e a compra e venda de produtos
entre países, nesse período o meio ambiente era tido como bem livre ou quase
livre, as fabricas lançavam CO2 na atmosfera, resíduos de produção sem nenhum
controle ou regulamentação, isso porque os cuidados com os resíduos e gases
poluentes e estufa eram tidos como entrave ao crescimento econômico.
Durante
vários anos, a visão comum a respeito da proteção ao ambiente mantida pelo
setor produtivo era a de que esta funcionava como um freio ao crescimento
econômico, por elevar os custos de produção. Em período recente, no entanto, a
proteção ao ambiente vem convertendo-se em oportunidades no contexto comercial,
auxiliando tanto a expansão de mercados, como a prevenção contra possíveis
restrições de acesso aos mercados externos – barreiras não-tarifárias. (CASTRO;
CASTILHO; BURNQUIST, 2007)
Para os autores durante
décadas o meio ambiente sofreu com a exploração aos recursos naturais e os
ataques de poluentes emitidos na atmosfera o que causou grandes mudanças na
biosfera, colocando em risco a existência da vida no planeta, porem nos últimos
anos a questão ambiental ganhou respeito e se transformou em oportunidade de
mercado como a prevenção contra barreiras comerciais não tarifarias que impedem
a entrada de produtos com histórico negativo como exploração de trabalho
infantil, escravo e degradação ambiental em mercados externos forçando assim os
produtores a garantir proteção ao meio ambiente e a sociedade.
Justificativa
O
presente trabalha tem como justificativa, enriquecer o debate e o aprendizado,
esclarecer os pontos positivos e negativos do comercio exterior, bem como
produzir conhecimento do funcionamento do comercio internacional entre países ricos e pobres, tratando das injustiças praticadas, e elevando os pontos positivos para o nível do debate.
Desenvolvimento
O Comercio e o Meio Ambiente
O
primeiro organismo internacional criado para regulamentar as transações
comercias entre nações foi o General Agreement on
Tariffs and Trade, GATT,
em
português Acordo Geral sobre Tarifas e Comercio. O GATT é um conjunto de normas
e concessões tarifarias criado com a intenção de combater as praticas
protecionistas adotadas pelos países para proteger sue mercado interno, sua
função é impulsionar a liberação comercial no mundo, os países fundadores do
GATT juntamente com outros países interessados em impulsionar o comercio
internacional, juntaram-se na tentativa fracassada de criar uma instituição
internacional para esse fim e não foi possível pelo fato de os EUA por questões políticas internas não enviarem
o projeto ao Congresso para sua ratificação e um acordo que seria provisório o
GATT passa a ditar as regras do comercio internacional por mais de quatro
décadas.
O foco das negociações nas rodadas do GATT, que
antecederam a Rodada do Uruguai, era o emprego de barreiras tarifárias ao
comércio. Medidas não-tarifárias, particularmente as restrições técnicas,
sanitárias e ambientais, eram mantidas, de certo modo, à margem dos debates,
embora, desde 1948, o GATT já tivesse se voltado à questão ambiental no
comércio, criando o EMIT Group – Grupo em Medidas Ambientais
e Comércio Internacional –, que permaneceu pouco ativo até o caso da
disputa atum versus golfinho, entre os EUA e o México.(Idem)
Inicialmente
os debates do GATT eram apenas em torno de barreiras tarifárias ao comercio, o foco
das negociações não envolviam as barreiras e medidas não tarifárias as
barreiras técnicas e ambientais eram mantidas foras do debate comercial, no
entanto em 1948 o GATT criou o EMIT “Medias
Ambientais e Comercio Internacional” porem não teve força para permanecer
ativo por muito tempo.
Medidas não-tarifárias, particularmente as
restrições técnicas, sanitárias e ambientais, eram mantidas, de certo modo, à
margem dos debates, embora, desde 1948, o GATT já tivesse se voltado à questão
ambiental no comércio, criando o EMIT Group – Grupo em Medidas Ambientais
e Comércio Internacional –, que permaneceu pouco ativo até o caso da
disputa atum versus golfinho, entre os EUA e o México.(Idem)
Este
fato entre EUA e México intensificou a preocupação com as barreiras não
tarifárias se eram proteção ao meio ambiente ou se eram medidas empregadas
apenas como instrumento de proteção ao mercado interno, isso aumentou
consideravelmente as praticas protecionistas com o discurso relacionado ao meio
ambiente, sanidade vegetal e animal.
Somente
na rodada do Uruguai (1986-1993), o EMIT
Group se transformou em Comitê sobre comercio e meio ambiente, seu objetivo
principal é relacionar mercado e meio ambiente buscando conciliar crescimento
econômico e sustentabilidade ambiental possibilitando o desenvolvimento
sustentável, também ficou estabelecido neste comitê como objetivo sempre que
necessárias recomendações sobre medidas igualitárias multilaterais e não
discriminatórias no sistema de comercio internacional.
Outro
acontecimento importante para o meio ambiente e as relações envolvendo o
comercio internacional aconteceu em Doha 2001, evento que ficou conhecido como
a rodada de Doha, onde ficou estabelecido duas metas como prioridade na questão
ambiental.
- A
evolução das relações de negociações das normas e compromissos comerciais
específicos da OMC, estabelecidos dentro dos Acordos Multilaterais de
Ambiente – MEA
- Constitui-se
em conduzir estudos relacionados aos efeitos das medidas ambientais sobre
o acesso a mercado e também sobre a relação entre ambiente, TRIPS – Trade-Related
Aspects of Intellectual Property Rights – e as exigências ambientais
de rotulagem – eco-labelling.
Tais
metas tem como finalidade restringir medidas protecionistas que estejas mais
comprometidas com a proteção dos mercados internos frente a concorrência de
produtos importados, que surge como uma grande dificuldade entre negociadores
dos acordos internacionais e também para exportadores e seus representantes.
Segundo
Castro Apud Filho (1994) denominou o uso de políticas ambientais que restrinjam
o comercio como eco protecionismo – barreiras não tarifarias, técnicas, com
justificativas relacionadas a proteção ambiental, alem do risco do ecodumping, tido como uma política que
permite a exploração do meio ambiente para aumentar a produção em virtude da
demanda do mercado externo, para Castro esta permissibilidade e a liberação dos
mercados podem trazer efeitos prejudiciais ao ambiente, provocado pela migração
de empresas poluidoras para países periféricos, com menor preocupação ambiental
e menos poluidor que os países industrializados e o aumento da produção nesses
países levam a degradação ambiental, no entanto dentre as diversas barreiras
comerciais envolvendo a questão ambiental o ciclo de vida do produto poderão ser
o grande problema para as exportações, isso porque o ciclo de vida do produto
demanda um relatório completo sobre o histórico de produção que relata desde a
exploração da matéria prima até o descarte final do produto e baseado neste
relatório surgem os selos verdes e certificações como a ISO 14000, que são cada
vez mais exigidos pelos importadores.
O
processo de certificação conhecido como ecolabelling,
no Brasil o que mais sofre restrições nas exportação são os produtos
derivados de papel e celulose, agrícola, têxtil e siderúrgico o que tem
refletido diretamente no processo de produção.
Por outro lado, há fortes pressões também de que os
interesses e as regras comerciais não podem impedir a legítima defesa do
ambiente. Muitas discussões ainda serão desencadeadas sobre esse tema. No
Brasil, atualmente, uma das mais controversas questões tem sido a dos
transgênicos. (Idem)
É
perceptível a preocupação com a questão ambiental limitada por interesses
econômicos, aonde as preções comerciais não podem impedir a legitima defesa
ambiental o que garante qualidade de vida e ambiental para gerações futuras, no
entanto mesmo com a urgência por soluções sofridas pelo meio ambiente ainda
serão realizadas muitos debates envolvendo o tema. Porém o aumento desenfreado
da população mundial e o aumento da demanda por alimentos e o consumismo se faz
necessário solucionar os problemas ambientais o quanto antes.
Raposa Livre Entre Galinhas
O Livre Comércio é a
expressão da moda, talvez a mais manipulada no mundo de hoje. MARTINEZ (2005)
Para
o autor um critico ao modelo de comercio internacional desenvolvido pelo
capitalismo tem como modismo a expressão “Livre Comercio” e considera manipulada
pelos interesses individuais dos países, afirma que no inicio da década de 1990
aconteceu manifestações por movimentos
sociais resistentes ao modelo econômico neoliberal que estavam associados aos
planos estruturais emanados pelo FMI e apoiados incondicionalmente pelo Banco
Mundial.
Actualmente vivemos a "onda do livre
comércio", que ultrapassou muito o significado tradicional da expressão
livre comércio e hoje significa não só [...] comércio como a projecção global
de uma estratégia de dominação imperialista que utiliza o neoliberalismo como
seu modo de ser, mas que se ramifica e estende, constituindo um verdadeiro
pacote integrado. (Idem)
Atualmente
o EUA, G-8, FMI e Banco Mundial são os lideres mais ambiciosos pelo “Livre
Comercio”, para eles livre comercio significa unificação dos blocos econômicos,
como União Européia, NAFTA, MERCOSUL, a criação da ALCA, que seria a Aliança de
Livre Comercio das Américas, acompanhados dos já existentes tratados
bilaterais, plurilaterais bem como bases militares em outras nações disfarçados
de apoio militar. No inicio da implantação do livre comercio os EUA foram
beneficiados com uma crescente prosperidade fundamentada em bases agrícolas
direcionadas pela teoria econômica de Adam Smith mais isso não é garantia de
sucesso uma vez que o mundo tem sofrido intensas crises econômicas como a atual
enfrentada pelos EUA e União Europeia.
A história real não se compadeceu com a teoria
liberal do comércio exterior, mas curiosamente o economista que é apresentado
como o intelectual máximo que sustenta a perfeição do livre comércio era menos
radical na sua fé livre-cambista do que os discursos de Bush sobre as bondades
da ALCA ou os Tratados de Livre Comércio. (Idem).
A humanidade
pode necessitar que a liberdade de comércio seja estabelecida através de uma
lenta graduação e com uma boa dose de reserva e circunspecção. ( Martinez apud Oxfam, 2002).
Esta
afirmativa deixou EUA, BM, e FMI insatisfeitos estes defendiam uma liberação
imediata e total do comercio internacional, talvez influenciado pela previsão
de uma crise econômica interna e que os levaria ao descrédito mundial no modelo
econômico adotado em suas estruturas, com argumentos sócios e ambientais
disfarçado de interesses individuais como lobos em pele de cordeiros, para Karl
Max o capitalismo é a forma de falecia organizacional e das nações mais visível
e mágica capaz de enganar os olhos dos ambiciosos e seus seguidores.
MARTINEZ
(2005) afirma
que “livre comercio” para os países subdesenvolvidos é algo bem diferente de
desenvolvimento econômico esta mais para dependência econômica que liberação de
mercado, citando Eduardo Galeno (1989) afirma que: a divisão do trabalho entre
as nações consiste em que uma nação especializar-se em ganhar e a outra em
perder. E que a função e a objetividade do comercio internacional é a dominação
imperialista caracterizada pela globalização neoliberal, isso seria instrumento
de domínio em favor dos países ricos causando aumento da iniqüidade,
desigualdade econômica e social entre as nações e povos isso justificaria a
guerra pelo controle dos mercados atuais.
Como pode significar benefício mútuo vender a preços
de mercado mundial as matérias-primas que custam suor e sofrimento sem limites
aos países atrasados e comprar a preço de mercado mundial as máquinas
produzidas nas grandes fábricas automatizadas do presente? Che Guevarra.
"livre competição para os monopólios; raposa
livre entre galinhas livres". (idem).
A
exploração dos países subdesenvolvidos é necessário para suprir a fome do
grande dragão Americano que possui a maior divida externa do mundo e precisa
aumentar ainda mais o teto da divida para garantir qualidade de vida a sua
nação “soberana”, talvez esta fato seria necessário ou suficiente para
economistas proporem novas idéias de comercialização e organização econômica do
mundo, poderíamos sugerir o nome “acosocioambiental” que surgiria como solução
para os problemas econômico, social e ambientais.
Este comércio "intra-firma" e
"intra-produto", no qual uma transnacional compõe um produto final
como resultado da montagem de partes produzidas nos países que menores custos
ofereçam, especialmente custo laboral, modificou o significado da chamada
"inserção no comércio mundial". Martinez (2005)
Seria
excelente a produção das grandes companhias como Honda, Nestle, Coca Cola, VW
que produzem seus insumos em países diferentes e fazem a montagem em outro
país, no entanto isso só acontece porque em alguns países a mão de obra e mais
baixa e o custo de produção diminui, proporcionando maior lucratividade para os
acionistas, o que não gera riqueza igual para todos os trabalhadores, uma vez que
a economia baseia-se em uma moeda forte como o dólar americano até os dias de
hoje, nesse caso os países supostamente teriam acesso aos mercados uma vez que
peças produzidas aqui são comercializadas na Europa no entanto os países
explorados não possuem poder de decisão e apenas acatam as decisões impostas
pelas grandes multinacionais.
Esse processo não é outra coisa senão o domínio
corporativo numa nova escala na qual a submissão é mais refinada mas não deixa
de ser submissão. Houve, sim, "uma inserção no comércio", mas não foi
além de uma inserção subordinada dentro de uma cadeia corporativa. Martinez
(2005).
O
discurso dos porta voz do livre comercio dizem que este é um instrumento para
reduzir a pobreza a nível mundial, que seria possível apenas se alguém deixar
de ganhar mais dinheiro e se contentar com menos o que é pouco provável e
aceitável aos sócios das empresas S.A, ou mesmo de algum país rico, o que contradiz o protecionismo America a sua
agricultura onde o governo dos EUA investem mais dinheiro do que os gastos
realizados com ajuda econômica aos países subdesenvolvidos, Martinez afirma que
“não existe relação entre crescimento do comercio e redução da pobreza”.
O leste da Ásia representa mais de 2/3 das
exportações indutriais do Sul e mais de 3/4 nos sectores tecnológicos de alto
rendimento como a electrónica. Mas em troca o sul da Ásia, África subsahariana
e América Latina (se excluirmos o crescimento maquilhador do México) viram
reduzir a sua quota de bens industriais. China, Coréia do Sul, Formosa, México
e Singapura representam quase 2/3 do valor de todas as exportações industriais
do mundo subdesenvolvido. (...).
Segundo
Martinez os países desenvolvidos incentivam a abertura dos mercados nos países
subdesenvolvidos, no entanto os embargos impostos pelas nações ricas aos
produtos originários de países subdesenvolvidos são a negação da negação
retórica em seus discursos fantasiados de livre comercio, afirma ainda que os
49 países mais pobres do mundo enfrentam tarifas em media 20% mais elevadas que
o resto do mundo para o autor é inviável um produtor que recebe ajuda de 400
dólares por ano em um país subdesenvolvido competir com produtores que recebem
entre 16 e 26 mil dólares de incentivo para a produção agrícola e considera
este fato como dumping.
O resultado é outro buraco negro no prestígio do
livre comércio: os Estados Unidos realizam mais de 50% das exportações mundiais
de milho e fazem-no a preços uma quinta parte inferiores aos custos de
produção. A União Européia é o maior exportador mundial de açúcar branco e seus
preços de exportação são uma quarta parte dos custos de produção.(...).
Para
o autor o discurso do livre comercio não passa de marketing para divulgação do
progresso tecnológico e de uma aposta no futuro, que até o presente não solucionou
nada, apenas o mercado financeiro foi
liberado, isso porque os americanos lideram este mercado possuindo as bolsas de
valores mais fortes do mundo e outras áreas como construção e agricultura de
interesse dos países emergentes e subdesenvolvidos permanecem fechados.
Isso
mostra que o modelo econômico mundial possui graves falhas e a não correção ou
mudança no mecanismo mercadológico pode levar o mundo a um colapso financeiro,
onde os EUA aumentam o teto da divida externa, a França corta custo e
aposentadoria, a Grécia recebe incentivos dos bancos europeus e redução dos
juros de empréstimos tomados com países da união européia aumentando o numero
de parcelas para pagamento da divida.
A
União Européia enfrenta grandes desafios e os lideres se mostram preocupados
com a economia interna de seus país tentando a qualquer custo preservar os
empregos internos a custa dos empregos em outros países, e as discordâncias se
acentua entre os lideres e torna o clima tenso, as bolsas de valores sofrem com
o nervosismo dos investidores, não existe acordo entre os lideres da UE quando
o assunto é Banco Central Europeu, uns preocupam-se com a recessão visível e
prospera, outros com a inflação esperada pela crise econômica enfrentada.
Conclusão
A
riqueza das nações não pertence a todos e a ganância individual impede a
distribuição da riqueza entre as nações e povos, poucos possuem muito e muitos
possuem muito pouco, o que tem agravado a fome, pragas, doenças, e aumentado o
numero de miseráveis no mundo subdesenvolvido e até mesmo em países ricos. A
concentração das riquezas por poucos tem provocado uma exploração sem
precedentes e se camufla e ramifica como um câncer na economia mundial e na
sociedade, e as medidas tomadas são como quimioterapia refletindo seus efeitos
colaterais diretamente na sociedade e no meio ambiente o que faz imaginar uma
situação irreversível, isso porque o câncer mata, quando em estagio avançado a
cura é praticamente impossível.
É
percebível que as iniciativas tomadas para recuperação do sistema econômico e
ambiental no mundo são paliativas resolvendo parcialmente o problema e não
contempla a sociedade comprometendo a vida na terra, e o futuro do planeta.
Encontrar soluções é o grande desafio dos lideres mundiais e como conciliar
crise econômica mundial e crise ambiental global com lideres preocupado apenas
com suas reservas de capital, é possível respirar e comer dinheiro?
Apesar
dos esforços de ambientalistas que tem conseguido grande evolução do pensamento
sobre meio ambiente ainda é impossível afirmarmos que o mundo globalizado esta
consciente de sua realidade econômica, ambiental e social e as preocupação
estão voltadas mais para interesses capitalistas que para o bem estar da
população existente hoje e o futuro das espécies humanas, animal e vegetal que
sofrem com a ganância dos donos do capital e estes disfarçam bem suas mascaras exibindo
projetos ambientais e sócios que ganham nome e fama com o marketing divulgando
ações ambientais e socialmente corretas garantindo um selo verde, à aprovação
da ISO 14000, para valorizar o preço de suas ações nas bolsas de valores em
toda a terra.
Bibliografia
MARTÍNEZ, Osvaldo. O livre
comércio: raposa livre entre galinhas livres. Cuba Socialista, Havana,
maio 2005.
CASTRO,
Diego; CASTILHO, Selene; BURNQUIST, Heloísa. O comércio e meio ambiente
– as diversas faces desse binômio. Disponível em:
<http://cepea.esalq.usp.br/pdf/comercio_e_meio_amb.pdf>. Acesso em: 24
abr. 2007.
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